domingo, agosto 30, 2015

ROTAROOTS: Cinco Esportes (Mentais) Que eu Praticaria!


Nunca pude dizer que era um bom desportista. Mesmo com muita habilidade manual, o resto do meu corpo sempre foi meio desastrado pra isso. Mesmo estando sempre em boa forma, nunca fui lá um exemplo de atleta. E agora, com a saúde mais debilitada, nem pensar que eu consigo praticar algum. Talvez fazer academia, mas não num futuro próximo.

E esse último tema do mês de agosto do ROTAROOTS eu pensava em não abordar, mas achei interessante fazer de uma forma diferente: Vou mencionar cinco esportes que eu gostaria de praticar, mas que eu até TERIA como praticar. Afinal, ainda tem os esportes mentais, não?



Xadrez

Estratégico & Elegante


Um dos, senão o mais clássico jogo estratégico de todos. Desenvolvido há séculos e com diversas variantes. Regras básicas e simples, mas com uma complexidade sem tamanho, tanto é que parte do desenvolvimento de inteligências artificiais inclui o xadrez como um teste pra verificar a criação de AI's que possam bater campeões enxadristas. É um excelente exercício pra crianças, pois as habilidades desenvolvidas pelo jogo são ótimas pra toda a vida. Há variantes como o Shogi, o Speed Chess, o Xadrez com Boxe (?), o 3D Chess de Star Trek e outras. Mas mesmo o xadrez clássico é um jogo profundo. E isso há séculos...

Por quê não pratico? Nunca tive a chance, não tive contato até a adolescência. Mas desenvolvi um modo de pensar parecido com um praticante.




Poker



É Poker, não Truco. E não é valido o tob...




Este seria mais fácil. Atualmente, graças a alguma promoção, o Poker vem ganhando o espaço justo de esporte mental, em especial a variante Texas Hold'em, usada em torneios que passam em streams online. Mesmo que use cartas de baralho, que são usadas em MUITOS jogos diferentes, o Poker nunca fui um esporte de azar. Na verdade, sempre foi um esporte em que blefar, ler e interpretar as ações do oponente e memorizar padrões são a chave da vitória. Um jogador de Poker precisa saber quando ir em frente ou recuar. Se você não sabe o que está fazendo, e pior ainda, deixa seus oponentes saberem que você não sabe o que está fazendo, já perdeu.

Por quê não pratico: Preguiça. Há programas e clients que permitem que você jogue online (pros quais não vou fazer propaganda de graça...), mas o Poker "de verdade" é algo presencial. E por hora não achei um grupo pra jogar com frequência.






Magic: The Gathering (e outros Cardgames)


Liliana Vess é uma perigosa Necromante com planos de dominação do Multiverso.
Mas não é nada que o Japão não deixe adorável... :P

Aqui eu falo de Magic, mas outros cardgames como Yu-Gi-Oh, Cardfight Vanguard, Pokémon TCG e trocentos outros também contam. Cheguei a jogar um pouco quando mais jovem, mas nada de mais. Cardgames em si são legais e são um ambiente variável: de tempos em tempos, expansões são lançadas, mudando algo no panorama do game e muitas vezes o modo como ele é jogado. Muitas vezes tem até coisas como um enredo de história descrita em textos nos próprios cards. Alguns tem meios de promoção como Yu-Gi-Oh e Vanguard, promovidos pelas séries em anime. Ou são baseados em alguma coisa diferente que por si serve de promoção, como o cardgame de Game of Thrones, que muda tudo em cada expansão opcional. Se fosse pra praticar um pra valer, seria provavelmente Magic, que já está bem estabelecido faz anos e literalmente criou o gênero.

Por quê não pratico: Na verdade, eu brinco um pouco de graça em clients como o Magic Duels, na Steam. Sei de amigas queridas que jogam e recentemente comprei um deck pré-construído pra jogar com elas. Eu tinha vontade mesmo é de jogar Vanguard, mas acho que só quando sair o Cardfight Online também na Steam. E Hearthstone é legal, mas tem grinding demais . E todos eles tem o quê do investimento pra se jogar a sério; um deck em condições de competir em torneios sai BEM caro, pelo custo de cards raros.




Starcraft


Raynor e Kerrigan, Mitos na Mitologia de Starcraft.


O esporte nacional da Coréia do Sul! Starcraft é tão popular lá que os torneios passam na TV em horário nobre! Há um real incentivo e patrocínio digno de inveja a praticantes de esportes "convencionais". O primeiro Starcraft e sua expansão Broodwar foram jogados profissionalmente por DOZE ANOS DIRETO, e mesmo com o lançamento de Starcraft 2, em 2010, voltaram a ter torneios do primeiro game recentemente agora em 2015. Esse foi o game que definiu o que hoje chamamos de eSports.

Claro, hoje League of Legends, seguido logo (bem) atrás por DOTA 2 e Heroes of the Storm são os que estão mais em evidência com o grande público. Mas Starcraft é algo impressionante de se assistir pela cacetada de coisas que os pro-gamers coreanos conseguem fazer em segundos. Com regimes de treinamento secretos, eles desenvolvem técnicas pra executar centenas de comandos por minuto. É algo assustador pela habilidade manual E estratégias desenvolvidas, especialmente pela identidade de cada facção: Terrans, Protoss e Zerg, cada uma tão única que um jogador se torna conhecido por usá-la. O feedback dos jogadores coreanos certamente é uma das maiores fontes de dados pra Blizzard refinar mais ainda o balanceamento do game. Afinal, eles forçam o jogo além dos limites de reles mortais...

Por quê eu não pratico: APENAS OLHEM ESTE FILHA DA P*** JOGANDO. That's all.





Street Fighter



#RiseUP

É meu game preferido de todos os tempos. E foi o que me abriu portas pra vários interesses. Um exemplo foi o interesse em animes, que conseguiu me pegar mais do que a aparição dos Cavaleiros do Zodíaco conseguiu. O interesse em games também, pois foi esse game que me fez pensar em ter um Super Nintendo. A vontade de progredir na vida, pois meu primeiro emprego visava juntar dinheiro pra comprar um console pra jogar o game. Meu interesse em game design, destrinchar aspectos técnicos de games em geral veio de tanto que eu analisava e estudava o jogo, seus personagens e meios de usá-los melhor. E me ensina até hoje de que nunca devemos parar de nos aprimorar se quisermos chegar a um objetivo. Aprendi muitas coisas boas por causa de Street Fighter. Realmente faz parte de minha vida. 

Eu sempre joguei ele e outros games de luta. Conhecer estratégias e meios pra se vencer, como e quando atacar e defender, ler o que seu oponente vai fazer ou não e reagir de acordo. É um game que reúne ação e estratégia executada em segundos. Partidas entre dois jogadores conhecedores do game tendem a ser fantásticas. A Evolution Tournament Series que o diga. O EVO Moment #37 até hoje é épico de se assistir, e deu origem a toda a subcultura dos games de luta como é hoje.

Por quê não pratico? Na verdade, eu AINDA pratico, de vez em quando. Só que o mais recente game, Ultra Street Fighter 4, já está com uma curva complicada demais pra se jogar de vez em quando. Alguém que comece hoje não tem como aprender direito pois será massacrado online. Não ando com tanto tempo e dedicação quanto gostaria pra jogar. Porém, Street Fighter V é um recomeço mais próximo ao estilo clássico da versão Super Turbo, a que eu mais joguei e da qual fui vencedor de torneios aqui na região. É um novo começo e vale a pena ir em frente. Só que jogar de forma competitiva eu já não sei. Não tenho condições físicas e sei que não tenho os mesmos reflexos de anos atrás. Mas ainda quero jogar.




Bem, em cima da hora, mas finalizei a última postagem de meme do ROTAROOTS. Mas tem MAIS UMA postagem dessas em agosto que vou fazer...e essa vale muito a pena de ser feita!

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