sexta-feira, outubro 31, 2014

Halloween 2014: Quebrando as Correntes do Destino!


Não ando com muita disposição pra fazer crônicas longas neste Halloween, mas eu já tinha uma carta na manga guardada especialmente pra hoje. E tanto o título do post como a imagem de abertura já dão o spoiler...

Não, NÃO vou fazer um review de Kamen Rider Kiva! Ao menos não agora...

Na verdade, eu queria comentar sobre a trilha sonora da série, que foi uma das mais bem trabalhadas da franquia Kamen Rider. Especialmente pra esta série foi criada uma banda promocional. a TETRA-FANG, Com os vocais do Koji Seto (que interpretou Wataru Kurenai, o próprio Kiva), a banda foi responsável pela maioria das trilhas da série, que por sí só batem bem em combinar a ação e o ambiente mais gótico (no limite do que dá pra se fazer pra um tokusatsu que passava nas manhãs de domingo...) da série. Uma série que até que é boa, considerando o talento que o ***** do Toshiki Inoue tem pra estragar tudo tentando novelizar o enredo como ele fez com tudo que ele escreveu depois de Jetman...

Whatever. O que interessa aqui é este show que foi feito no natal de 2008, a Holy Fang Party.



Abram o vídeo em outra aba pra acessar o playlist. Esse show foi uma boa amostra da TETRA-FANG. De fato, foi como eu disse, uma das melhores OST de Kamen Rider já produzidas.

Mas vale a pena ver ainda mais alguns vídeos...


O tema do IXA de 1986, pelo Takeda Kouhei (o Otoya Kurenai, pai do Wataru).




E o tema de batalha do Kiva, Destiny's Play. Um dos melhores battle themes EVER!

Agora, tem gente que não manja POR QUÊ eu tô falando de Kamen Rider no Halloween, né? OK, eu explico. Em Kamen Rider Kiva, o personagem-título sai na porrada com os Fangires, monstros-vampiros com visuais baseados em vitrais de igreja. Como todo Kamen Rider principal tem seus poderes diretamente ligados aos monstros que enfrenta, não podia ser diferente aqui; Wataru é um mestiço de humano e Fangire.


Ou seja: se os Fangires são "vampiros", Wataru é um "meio-vampiro", ou Dhamphir se preferirem. De fato, "Kiva" se refere a "KIng of VAmpire". Ou seja: tem TUDO a ver com Halloween!

EDIT: Eu não tinha visto, mas no mesmo dia desta postagem, o pessoal do canal TokuDoc fez um episódio justamente sobre Kamen Rider Kiva!



Como o nome do canal indica, eles fazem ótimos vídeos explicando coisas sobre séries de tokusatsu. Eu recomendo muito o canal do TokuDoc pela ótima pesquisa e edição que eles fazem, e um trabalho bem feito desses merece uma divulgação, especialmente porquê é um ótimo exemplo a ser seguido pra quem quer criar um canal dessa linha no Youtube, independente do tópico. :3



Enfim, isso deve servir pra quebrar o galho pra este tradicional post de Halloween do nobumami. Além da continuação da série de reviews do Gaim, tenho mais um ou dois textos...consideráveis...pra dar um bom punhado de discussão e debate, mas ainda assim que vão interessar bastante. Isso deve servir pra quem estava a fim de ler algo mais bem trabalhado. Mas vão ter que esperar mais um pouquinho. Sabem bem como eu sou um chato perfeccionista, né?

Por hora, comam seus doces, mas escovem os dentes, OK? :3

segunda-feira, outubro 20, 2014

Final Fantasy VI: Vinte Anos do ÁPICE da Série!



Foram dois games que me definiram como um gamer: o primeiro, Street Fighter 2. E o segundo, Final Fantasy 6. Representando os meus dois gêneros preferidos de games: Fighting e RPG. E este último faz hoje vinte anos de seu lançamento. FF VI foi um marco para a Squaresoft, sendo um ponto de partida pra outros games originais e criativos ainda no Super Nintendo como Secret of Mana, sua sequência Seiken Densetsu 3 e o também clássico Chrono Trigger. Uma pena que a atual Square Enix seja tão coxinha hoje em dia...

Mas em si FF VI já era um game magistral, com um cast de quatorze personagens jogáveis, o maior de TODA a franquia até agora (a menos que FF XV consiga bater essa marca) dava muita variedade ao modo de jogar. E esses personagens em sua maioria eram realmente muito carismáticos e humanos num nível incomum para RPGs da época, e de alguns atuais também, diga-se de passagem.

Mas de nada adiantava uma tropa de personagens sem um plano de fundo convincente. A busca por um significado para a vida e como a busca para a resposta dessa pergunta é diferente para cada um pode ser definido como o tema geral de FF VI. A dualidade de um mundo que está em transição da Idade Média para a Moderna, com o avanço da tecnologia e o advento da indústria e que ainda passa por transformações muito mais drásticas em um período curto de tempo também é algo que trás tanto motivações quanto obstáculos para os personagens.


Um ponto a se notar é que, apesar da Terra ser a representante do game em Dissidia: Final Fantasy, NÃO HÁ um protagonista específico em FF VI; todos tem sua chance de brilhar na trama.  Nisso, com tanta variedade de pontos de vista, e sem um foco claro em um só personagem, FF VI até hoje é uma das melhores experiências em se conciliar um grande número de personagens e fazer com que todos tenham seu papel ao desenvolver esse tema central em especial.

Ah, eu mencionei que a OST de FF VI dá uma surra de pau mole em FF VII? As versões arranged e fan-made são incríveis! Eis alguns dos meus exemplos favoritos:

Aria de Mezzo Carattere, o famoso "tema da Ópera", que muitos vão notar que o arranjo provavelmente serviu de base pro tema da Aerith em FF VII (curiosamente um dos poucos temas memoráveis do sétimo game...), aqui na versão do álbum Final Fantasy VI: Grand Finale.

 


Este remix de The Fierce Battle, tema do chefe Atma, também faz jus ao original.

A versão original de Dancing Mad, o tema da batalha final. Pra vocês verem como a música é poderosa mesmo no Super Nintendo:


Mais do poderio sonoro do 16-bits da Nintendo? Tomem e apreciem então o segundo tema da airship, Searching for Friends:

E pra fechar, uma do Hyadain (sim, AQUELE mesmo); Mash ga Rappu aka Sabin Raps, que é isso mesmo que diz no nome, um rap que conta a história dos irmãos Figaro.


Enfim, Final Fantasy VI é um daqueles games clássicos, em que você não tem sequer envergadura pra dizer que é fã da franquia se nunca o terminou ao menos uma vez. Além do Super Nintendo, ele saiu pra PS1, Game Boy Advance (recomendada) Virtual Console e foi recentemente portado também pra iOS e Android. Então jogue duma vez, YOUR SON OF A SUBMARINER! :3




domingo, outubro 19, 2014

Macross Delta: Uma Nova Série Vem Aí!


Ah, Macross. Um clássico que não precisa de muitas apresentações. A franquia foi uma das responsáveis por popularizar o anime a níveis mundiais, e salvo uma ou outra vez, sempre teve ótimas produções. A última série pra TV tinha sido a excelente Macross Frontier, de 2008, fora alguns movies e games...até agora!

Eis que saiu recentemente, no portal oficial de Macross, um anúncio interessante...




Um anúncio chamando talentos para audições pro papel de uma nova heroína, ou melhor dizendo, uma nova utahime, para uma nova série pra TV: Macross Delta! 

Não se sabe muito (ou melhor dizer, quase nada) da nova série, exceto que na cronologia oficial, se passa em 2067, nove anos após Frontier e 58 após a série original. Também não se sabe aonde ela se passará, provavelmente em uma colônia diferente. Seja como for, é uma nova série!

Os mais novos talvez não conheçam tanto a importância de Macross, mas uma das maiores contribuições provavelmente foi na parte musical, já que foi um dos primeiros animes a fazer muito uso da música pop na trilha sonora. Uma trilha ÓTIMA, diga-se de passagem!

Eis uma boa prova disso, direto de Frontier:



E claro, elas servem pra embalar sequências de ação fantásticas!



Ou seja, lá vem coisa MUITO BOA pra 2015! O negócio é ficar de olho!

(Ah, claro! Créditos ao amigo Michel Matsuda, que me deu o toque a respeito disso! :3 )