quarta-feira, dezembro 31, 2014

Reflexão de 2014: Como Escrever Reviews Que PRESTEM!


Eu IA fazer algo parecido com o ano passado e apontar cinco animes que foram os mais interessantes deste ano maldito, mas na madrugada passada tive um papo via Skype com o Carlírio do NETOIN! que rendeu um tópico interessante que nunca expus pra muita gente. É sobre como eu acho o modo de muitos colegas de blogosfera postarem reviews serem extremamente medíocres. Ou, em bom e claro português popular brasileiro, uma baita duma merda.

Se faço melhor? Em relação a alguns por aí, a resposta é "óbvio que SIM". Mas de modo geral, o problema pra grande parte da blogosfera do meio não é apenas desconhecer e/ou ignorar o conceito de ÉTICA que aqueles que criam conteúdo (pseudo) jornalístico deveriam seguir (tem o caso aí de um site da CAIXA e aquele que ERGUE AS MÃOS que é tão ridículo que nem vale comentar, mas é um exemplo claro disso), mas principalmente a ausência de um critério de avaliação claro e consistente, adaptado a obra em si; que seria não o modo mais "correto", mas o mais "eficiente".

Como esse modo pode ser afirmado como o mais eficaz? Oras, porquê um dos maiores críticos da história o usou desde tipo...sempre. Roger Ebert.



Ebert não é nome estranho pra estudantes de cinema e/ou jornalismo que estão estudando de verdade em vez de fumar orégano pelo campus. Já falecido desde 2013, ele deixou um estilo marcante de se fazer críticas de cinema, avaliando um filme de acordo para o público que se destina, ou seja, "Relativo, não Absoluto". Na verdade, ele mesmo DEFINIU como se faz uma boa crítica de cinema, com esse simples padrão que TODOS os críticos, deveriam seguir como base pra seus textos. E infelizmente, muitos bloguerinhos nem sequer o conhecem...

 Tipo, porquê avaliar um filme como Hellboy comparando-o com Sobre Meninos e Lobos, quando os gêneros dos dois filmes não tem porra nenhuma a ver um com o outro? Se sua crítica é pra ter algum valor, você vai avaliar Hellboy tomando como base O Justiceiro, que tem mais ou menos a ver entre si por serem de gênero similar (o popular filme-pipoca). Dito isso, Ebert avaliou ele mesmo Hellboy numa escala de 1 a 4 como nota 3, O Justiceiro como nota 2 e Superman: O Filme como nota 4. Nenhum dos três filmes citados pode ser comparado a Sobre Meninos e Lobos, pois não tem literalmente porra alguma a ver com esse (excelente) drama.

Entenderam o conceito? Já vi anos atrás numa revista um mocorongo fazendo o ridículo de avaliar Tenchi Muyo GXP não só comparando a série de TV com os filmes do Miyazaki, como também com os feelings dele pelos OVAs originais. Ridículo. Da mesma forma, tem uns e outros aí que pregam que os únicos animes que você deveria ver são aqueles do noitaminA "por terem uma proposta diferenciada" e o resto do que sai pra TV é dispensável...

...aham, sei. "Diferenciado" se resume aqui a criar um público besta que DEVERIA comprar os DVDs dos animes do bloco pra sustentar a produção do mesmo. Esses intelectualóides pseudo-cults não compram os DVDs, e aí os produtores do noitaminA são forçados a tentar agradar tanto o público besta que não compra nada quanto o que compra material "inferior" aos olhos da base já instalada. E é daí que vem propostas zuadas por servir a dois senhores como Guilty Crown...
 

...e também [C] - The Money of Soul and Possibility Control, que era realmente MUITO promissor pela proposta, mas também foi zuado pelos conceitos de formato do bloco em si.



[C] e Guilty Crown ficaram deslocados no noitaminA e avacalhados por tentarem adequar eles ao formato do bloco, mas já pararam pra pensar se eles fossem conceitos desenvolvidos por uma Madhouse ou Sunrise da vida? Se desenvolvidos pro público que importa, ou seja,  a massa mais comum, seriam lembrados como sucessos, provavelmente até seguindo com mais sequências e material extra.

Eu citei o caso desses dois animes porquê, tentar atirar pra todo lado não apenas falha na produção de mídia (a menos que seja a Disney), mas também em avaliar o quanto essa mídia é interessante pra um público em especial. É importante lembrar desse detalhe quando se avalia alguma coisa: Para qual público foi criada essa mídia, e qual a receptividade entre o público que consome essa mídia em si é o ponto que deveria interessar primariamente em críticas. Digo isso porquê uma das funções dos críticos geralmente é interpretada de forma errada pelos mesmos: a "Formação de Opinião". A leitura que muitos fazem desta é "criar uma opinião 'correta' que deve ser seguida pelo leitor", e que está mais do que errada. A VERDADEIRA (ou pelo menos, a mais justa) leitura é "criar uma opinião que ajude o leitor a desenvolver a sua própria opinião". É a falta desse conhecimento somada ao desejo por fama e popularidade que faz a maioria das críticas de blogueiros nacionais totalmente dispensáveis e pueris.

Ou resumindo de forma direta e clara, pura merda sem valor pra criar uma base de leitores consciente .

Pra fechar essa discussão (por hora, preciso sair pros festejos de Ano Novo ASAP), fica uma das várias frases interessantes de Roger Ebert, que também sumariza um pouco do que desenvolvi na corrida sobre esse tópico: "Eu acredito que todas as pessoas de mente aberta devem permanecer de duas formas durante suas vidas: curiosas e dispostas a aprender."

Pensem um pouco nisso, colegas de blogosfera que sabem muito bem que eu costumo falar coisas de grande utilidade quando me disponho a escrever, certo?

E já que falei de Guilty Crown há pouco...



Bem, VÁ PRO C*RALHO, 2014, ANO MALDITO DO INFERNO!
Não siga esse exemplo e seja um ano MUITO melhor, 2015!


quarta-feira, dezembro 24, 2014

Firulas Natalinas de 2014: Podcasts, Fan Films e Boa Música...


Ah, mais uma vez a clássica festa pela qual esperamos...antes eu odiava mais, mas este ano eu só fico um pouco melancólico por ter encontrado algo que eu precisava encontrar, mesmo não sabendo em momento algum que eu estava procurando...

Bem, é um feriado e os recados, por serem só dois, são bem rápidos. OK, vamos lá!


Agora em 2015, a franquia Garo faz dez anos, e o Senpuu vai durante esse ano fazer uma série de podcasts sobre TODOS as séries, filmes e especiais da franquia, e eu vou participar deles! Sim, o Tio Soma volta aos podcasts com tudo! O primeiro podcast, falando da primeira temporada, já saiu e pode ser baixado e ouvido neste link aqui. Vale a pena pra conhecer ao menos de onde saiu o anime, e também pra se conhecer mais dessa série única e fantasticamente fodástica!

A armadura de Garo representa um lobo, sabiam? E já fazendo o link...


E também pra manter a tradição de escrotizar um pouco a data sem postar pela enésima vez aquela bela canção natalina, eis em vez disso o clássico Especial Paramilitar de Natal do Lobo! E com legendas pra você que está com o inglês destreinado ou já encheu o fiofó de espumante. A moral aqui é que o Coelhinho da Páscoa, que é outro filha da puta, contrata o Lobo pra dar um pára-te-quieto no Papai Noel. Mas é ÓBVIO que tudo dá merda quando tem O Maioral envolvido...

Curiosidade: nesse Fan Film, o Lobo é interpretado por Andrew Bryniarski, que o pessoal deve conhecer como o Zangief do Street Fighter do Van Damme, que fez 20 anos de lançamento no dia 23 deste mês (ironicamente, numa quarta-feira). E o Coelho da Páscoa é Tom Gibis, o dublador gringo do Shikamaru de Naruto, tanto no anime quanto nos games. E espero que a Warner não invente de tocar n'O Maioral no caso do filme do Deadpool fazer sucesso, ou então coisas NOJENTAS podem acontecer. Se bem que NÃO TEM COMO eles mexerem no Lobo. Ao menos eu acho...

Well, por hora é isso. Eu ia escrotizar o retardado que fez um texto num site mequetrefe aí por ter falado um monte de merda da JBC e especialmente uma linha estúpida e imbecil sobre o que foi o melhor lançamento da editora neste ano, ponto. Só por isso já dá pra mandar ele pra casa do...deixa pra lá. É isso que dá escrever sem conhecer o assunto...


Então, fechando o post com algo bom da melhor banda do Visual Kei EVER!

E a escolha da música tem um significado muito especial...ao menos pra mim...:3

Mandem ver na ceia! Allons-y!

sexta-feira, outubro 31, 2014

Halloween 2014: Quebrando as Correntes do Destino!


Não ando com muita disposição pra fazer crônicas longas neste Halloween, mas eu já tinha uma carta na manga guardada especialmente pra hoje. E tanto o título do post como a imagem de abertura já dão o spoiler...

Não, NÃO vou fazer um review de Kamen Rider Kiva! Ao menos não agora...

Na verdade, eu queria comentar sobre a trilha sonora da série, que foi uma das mais bem trabalhadas da franquia Kamen Rider. Especialmente pra esta série foi criada uma banda promocional. a TETRA-FANG, Com os vocais do Koji Seto (que interpretou Wataru Kurenai, o próprio Kiva), a banda foi responsável pela maioria das trilhas da série, que por sí só batem bem em combinar a ação e o ambiente mais gótico (no limite do que dá pra se fazer pra um tokusatsu que passava nas manhãs de domingo...) da série. Uma série que até que é boa, considerando o talento que o ***** do Toshiki Inoue tem pra estragar tudo tentando novelizar o enredo como ele fez com tudo que ele escreveu depois de Jetman...

Whatever. O que interessa aqui é este show que foi feito no natal de 2008, a Holy Fang Party.



Abram o vídeo em outra aba pra acessar o playlist. Esse show foi uma boa amostra da TETRA-FANG. De fato, foi como eu disse, uma das melhores OST de Kamen Rider já produzidas.

Mas vale a pena ver ainda mais alguns vídeos...


O tema do IXA de 1986, pelo Takeda Kouhei (o Otoya Kurenai, pai do Wataru).




E o tema de batalha do Kiva, Destiny's Play. Um dos melhores battle themes EVER!

Agora, tem gente que não manja POR QUÊ eu tô falando de Kamen Rider no Halloween, né? OK, eu explico. Em Kamen Rider Kiva, o personagem-título sai na porrada com os Fangires, monstros-vampiros com visuais baseados em vitrais de igreja. Como todo Kamen Rider principal tem seus poderes diretamente ligados aos monstros que enfrenta, não podia ser diferente aqui; Wataru é um mestiço de humano e Fangire.


Ou seja: se os Fangires são "vampiros", Wataru é um "meio-vampiro", ou Dhamphir se preferirem. De fato, "Kiva" se refere a "KIng of VAmpire". Ou seja: tem TUDO a ver com Halloween!

EDIT: Eu não tinha visto, mas no mesmo dia desta postagem, o pessoal do canal TokuDoc fez um episódio justamente sobre Kamen Rider Kiva!



Como o nome do canal indica, eles fazem ótimos vídeos explicando coisas sobre séries de tokusatsu. Eu recomendo muito o canal do TokuDoc pela ótima pesquisa e edição que eles fazem, e um trabalho bem feito desses merece uma divulgação, especialmente porquê é um ótimo exemplo a ser seguido pra quem quer criar um canal dessa linha no Youtube, independente do tópico. :3



Enfim, isso deve servir pra quebrar o galho pra este tradicional post de Halloween do nobumami. Além da continuação da série de reviews do Gaim, tenho mais um ou dois textos...consideráveis...pra dar um bom punhado de discussão e debate, mas ainda assim que vão interessar bastante. Isso deve servir pra quem estava a fim de ler algo mais bem trabalhado. Mas vão ter que esperar mais um pouquinho. Sabem bem como eu sou um chato perfeccionista, né?

Por hora, comam seus doces, mas escovem os dentes, OK? :3

segunda-feira, outubro 20, 2014

Final Fantasy VI: Vinte Anos do ÁPICE da Série!



Foram dois games que me definiram como um gamer: o primeiro, Street Fighter 2. E o segundo, Final Fantasy 6. Representando os meus dois gêneros preferidos de games: Fighting e RPG. E este último faz hoje vinte anos de seu lançamento. FF VI foi um marco para a Squaresoft, sendo um ponto de partida pra outros games originais e criativos ainda no Super Nintendo como Secret of Mana, sua sequência Seiken Densetsu 3 e o também clássico Chrono Trigger. Uma pena que a atual Square Enix seja tão coxinha hoje em dia...

Mas em si FF VI já era um game magistral, com um cast de quatorze personagens jogáveis, o maior de TODA a franquia até agora (a menos que FF XV consiga bater essa marca) dava muita variedade ao modo de jogar. E esses personagens em sua maioria eram realmente muito carismáticos e humanos num nível incomum para RPGs da época, e de alguns atuais também, diga-se de passagem.

Mas de nada adiantava uma tropa de personagens sem um plano de fundo convincente. A busca por um significado para a vida e como a busca para a resposta dessa pergunta é diferente para cada um pode ser definido como o tema geral de FF VI. A dualidade de um mundo que está em transição da Idade Média para a Moderna, com o avanço da tecnologia e o advento da indústria e que ainda passa por transformações muito mais drásticas em um período curto de tempo também é algo que trás tanto motivações quanto obstáculos para os personagens.


Um ponto a se notar é que, apesar da Terra ser a representante do game em Dissidia: Final Fantasy, NÃO HÁ um protagonista específico em FF VI; todos tem sua chance de brilhar na trama.  Nisso, com tanta variedade de pontos de vista, e sem um foco claro em um só personagem, FF VI até hoje é uma das melhores experiências em se conciliar um grande número de personagens e fazer com que todos tenham seu papel ao desenvolver esse tema central em especial.

Ah, eu mencionei que a OST de FF VI dá uma surra de pau mole em FF VII? As versões arranged e fan-made são incríveis! Eis alguns dos meus exemplos favoritos:

Aria de Mezzo Carattere, o famoso "tema da Ópera", que muitos vão notar que o arranjo provavelmente serviu de base pro tema da Aerith em FF VII (curiosamente um dos poucos temas memoráveis do sétimo game...), aqui na versão do álbum Final Fantasy VI: Grand Finale.

 


Este remix de The Fierce Battle, tema do chefe Atma, também faz jus ao original.

A versão original de Dancing Mad, o tema da batalha final. Pra vocês verem como a música é poderosa mesmo no Super Nintendo:


Mais do poderio sonoro do 16-bits da Nintendo? Tomem e apreciem então o segundo tema da airship, Searching for Friends:

E pra fechar, uma do Hyadain (sim, AQUELE mesmo); Mash ga Rappu aka Sabin Raps, que é isso mesmo que diz no nome, um rap que conta a história dos irmãos Figaro.


Enfim, Final Fantasy VI é um daqueles games clássicos, em que você não tem sequer envergadura pra dizer que é fã da franquia se nunca o terminou ao menos uma vez. Além do Super Nintendo, ele saiu pra PS1, Game Boy Advance (recomendada) Virtual Console e foi recentemente portado também pra iOS e Android. Então jogue duma vez, YOUR SON OF A SUBMARINER! :3




domingo, outubro 19, 2014

Macross Delta: Uma Nova Série Vem Aí!


Ah, Macross. Um clássico que não precisa de muitas apresentações. A franquia foi uma das responsáveis por popularizar o anime a níveis mundiais, e salvo uma ou outra vez, sempre teve ótimas produções. A última série pra TV tinha sido a excelente Macross Frontier, de 2008, fora alguns movies e games...até agora!

Eis que saiu recentemente, no portal oficial de Macross, um anúncio interessante...




Um anúncio chamando talentos para audições pro papel de uma nova heroína, ou melhor dizendo, uma nova utahime, para uma nova série pra TV: Macross Delta! 

Não se sabe muito (ou melhor dizer, quase nada) da nova série, exceto que na cronologia oficial, se passa em 2067, nove anos após Frontier e 58 após a série original. Também não se sabe aonde ela se passará, provavelmente em uma colônia diferente. Seja como for, é uma nova série!

Os mais novos talvez não conheçam tanto a importância de Macross, mas uma das maiores contribuições provavelmente foi na parte musical, já que foi um dos primeiros animes a fazer muito uso da música pop na trilha sonora. Uma trilha ÓTIMA, diga-se de passagem!

Eis uma boa prova disso, direto de Frontier:



E claro, elas servem pra embalar sequências de ação fantásticas!



Ou seja, lá vem coisa MUITO BOA pra 2015! O negócio é ficar de olho!

(Ah, claro! Créditos ao amigo Michel Matsuda, que me deu o toque a respeito disso! :3 )

quinta-feira, setembro 25, 2014

Music Review: Kamen Rider Gaim Music Arms!


Antes de retomar o ritmo dos reviews de Gaim, vale a pena fazer um pequeno review do CD da OST que saiu recentemente (e como eu nunca fiz review de música, é uma boa pra dar uma variada).... Kamen Rider Gaim Music Arms (仮面ライダー鎧武 Music Arms) compila os temas principais da série, em versão normal e (claro) karaokê. Tirando estas últimas músicas sem vocais, eis aqui o playlist comentado, de acordo com o que achei.

1. JUST LIVE MORE - Gaim no Kaze: a abertura da série abre o CD de boa forma, ainda mais por ser um tema tão icônico. Bom gás inicial.

2. E-X-A (Exciting×Attitude) - Kamen Rider Girls: a idol unit da franquia volta com um bom trabalho. Eu mesmo nunca fui lá muito fã delas, mas essa música e a outra do CD estão com uma boa pegada. É a música-tema das formas básicas de Gaim (Orange, Pine, Suika e Ichigo Arms).


3. Toki no Hana - Kamen Rider Girls: a segunda faixa das idols é uma das melhores. Começa bem tipo uma balada e depois entra a paulada. É o tema da Jimba Arms.


4. Rise Up Your Flag - Gaku Sano: O próprio intérprete do Kouta canta o tema da Kachidoki Arms. Também é uma das mais legais, ainda mais com o talento do Sano; o guri canta com vontade.

5. Never Surrender - Yutaka Kobayashi & Gaku Matsuda: esta é cantada pelo Kaito e pelo Zack. Meio no estilo "bonzão" do team Baron, distoa um tanto do clima upbeat do álbum, mas tá OK, bem de boa. Obviamente, é a música-tema do Baron em forma básica.

6. Ranbu Escalation - Gaku Sano &Yutaka Kobayashi: O duo junto pra cantar o tema da Kiwami Arms do Gaim e da Lemon Energy Arms do Baron. Uma boa sintonia e um dos melhores temas no CD junto com as faixas das Rider Girls.

6. Point of No Return - Mahiro Takasugi: O tema do Ryugen, cantado pelo próprio Micchy. Um tom mais soturno, ressaltando a queda para as trevas do guri, Ainda assim, não se destaca tanto assim, se comparando com as demais faixas.


7. YOUR SONG - Gaim no Kaze: O tema do filme fecha as faixas cantadas do CD. O ritmo mais misturado com Hip-Hop nesta faixa fazem lembrar os bons tempos das músicas de Bleach.




As faixas de 9 a 16 são versões instrumentais das 8 primeiras. Junto com o CD vem mais um DVD com clipes de JUST LIVE MORE, E-X-A (Exciting×Attitude), Ranbu Escalation e YOUR SONG.

De modo geral, é um bom CD pra fãs de série. Não é uma OST espetacular e msut have como as de Agito, Kiva, W e OOO, mas é bem competente. Eu só acho estranho que, pra quantidade de Riders, sejam tão poucas faixas. E não tem um tema pro Zangetsu; provavelmente cantar não deve estar lá entre os melhores talentos do Yuki Kubota...

Não sou de dar notas; esse tipo de quantificação não me agrada muito. Mas em resumo, se você é fã de Gaim e/ou OSTs de tokusatsu, é uma boa OST pra sua coleção. Obviamente, bem recomendada!
 Procurem...por aí :3

domingo, setembro 07, 2014

Kamen Rider Gaim Review 1: Saga Beat Riders!



"Colha o Fruto dos Céus, para que o mundo seja moldado à tua imagem.
É a glória o que tu buscas? Podes suportar esse fardo?
Saiba que, a vida dos homens não estão sob seu controle, sequer lhes pertencem.
As correntes do Destino que nos prendem são inquebráveis.
Mas...e se esse mesmo Destino lhe escolhesse para mudar o mundo?
Para mudar o futuro?
Você não pode mudar o próprio Destino.
Mas o Destino do mundo está em suas mãos!"


Se há uma coisa comum pra maioria dos trabalhos do Gen Urobuchi, é que ele começa com calma cada história, estabelecendo o cenário...pra depois tocar o terror em cima. E este primeiro arco de Kamen Rider Gaim é bem isso: uma apresentação do cenário onde se passa a trama e, principalmente, das dramatis personae que vão vivenciá-la. Mas ainda assim, mesmo sendo um arco introdutório, a Saga dos Beat Riders também já trouxe muitas surpresas por si só.

De longe, a forma da narrativa foi a melhor delas; Desde Kamen Rider Kuuga (2001) até Kamen Rider Kabuto (2006), a estrutura das tramas seguia de forma contínua, como numa novela. A partir de Kamen Rider Den-O (2007) elas foram divididas em histórias resolvidas em dois episódios, meio auto-contidas, ainda que seguindo um ordem cronológica. E o estilo de narrativa de novela voltou com tudo em Gaim, e foi talvez a melhor inovação, já que termina um episódio e você já está contando os dias pro próximo. 

Ter uma porrada de Riders com as mais diversas motivações também é um throwback pras primeiras séries da geração da Era Heisei, em especial Ryuki; não por coincidência, justo a série Kamen Rider com a qual Madoka Magica tem mais semelhanças...


A história acontece na ficcional cidade de Zawame, que não era nada mais que um povoado no interior, até que a Corporação Yggdrasil chegou, comprou as terras e promoveu o desenvolvimento sócio-econômico, transformando o povoado em uma grande metrópole urbana, tendo sua sede, a Torre de Yggdrasil, como um dos símbolos desse progresso. A Yggdrasil tem controle sobre todas as áreas da cidade, desde comunicações e comércio até serviços básicos como limpeza e segurança. Zawame é uma cidade totalmente planejada e regida pela Corporação, o que faz muitos sentirem-se como se estivessem em um feudo da era Sengoku...

O que faz os jovens da cidade se organizarem em grupos de street dance, conhecidos como Beat Riders. Usando a dança como forma de libertação desse sentimento de controle, esses grupos em certo momento começam a desenvolver rivalidades que começam a ser resolvidas não com batalhas de dança, mas com batalhas Pokém...digo, Invess Games.



Usando Lock Seeds para invocar os Invess de outra dimensão, os grupos de Beat Riders começaram a resolver disputas de território (palco) com essas batalhas. Ninguém imagina de onde vem essas Lock Seeds nem os Invess, mas fica meio óbvio QUEM está por trás dessa idéia maluca de deixar adolescentes fazerem rinhas de galo com monstros vindos lá do raio que o parta...

Nosso herói, Kouta Kazuraba (Gaku Sano), foi membro de um desses grupos, o Team Gaim, até certo momento em que resolveu parar para trabalhar e ajudar sua irmã Akira (Rika Izumo, a Amy em Sailor Moon Live Action), que cuida dele desde que perderam os pais, e Kouta quer deixar de ser um fardo pra ela. Por um acaso do destino, ele acaba ficando com o Sengoku Driver que Yuuya, o desaparecido líder do Team Gaim conseguiu do suspeito Lock Dealer Sid (Kazuki Namioka, de Lionmaru G) e com ele, usando as Lock Seeds, consegue se transformar em um "Armed Rider".



Podendo se transformar e sair na porrada com os Invess diretamente, Kouta retorna para o Team Gaim e faz a diferença nos Invess Games, fazendo o time ir bem nos rankings. Mas outros Sengoku Drivers começam a cair na mão de mais gente...

Deixando as apresentações de lado, vamos ao tema mais interessante dessa primeira fase que, nas palavras do próprio Urobuchi, representa a "infância": Kouta está tentando deixar essa fase, se forçando a aceitar a vida adulta. Ele volta a ter um lampejo disso quando volta pro time, mas o que ocorre a seguir faz ele ter que percorrer a estrada passando desta vez pela adolescência.



Uma coisa que adorei já no segundo episódio é que o Urobuchi responde aquela questão que TODO MUNDO já se fez: "que legal, eu consegui super-poderes, vou melhorar minha vida usando eles o tempo todo".
Legal, né? Só que não.



Kouta começa a fazer a bobagem de se transformar pra tentar fazer seus trabalhos mais facilmente e acaba falhando de maneira boba. Então, resolve usar seus poderes em função do bem dos outros, em vez de ganho pessoal. E da mesma forma, acha que sua irmã vai adorar a grana boa que ele recebe por vencer nos Invess Games. Só que não; na visão dela, não é dinheiro ganho com o trabalho, mas em jogos (de azar, como bingos e pachinkos). Foi um trabalho que não trouxe benefício aos semelhantes, a não ser seus amigos do time. Pra ela obviamente não tinha valor.

Se notarem bem, não só o Urobuchi reafirmou a máxima do Tio Ben (grandes poderes, grandes responsabilidades), mas também que esforço e dedicação tem seu valor. É, ele não apenas faz maldades com meninas mágicas, mas também consegue dar lições boas para a vida. Coisa que super-heróis, por mais sombrios que sejam, podem e devem fazer.



Este arco inicial tem justamente a questão: o que é "ser adulto", afinal de contas? Kouta é apresentado não só a seus próprios dilemas morais, mas também as motivações dos demais Riders da série: poder (Kaito/Baron), auto-afirmação (Mitsuzane/Ryuhou), dever (Takatora/Zangetsu), e outros mais...

Aliás, tocando no assunto do Takatora, eis algo que vale notar-se: em meio a uma disputa com Kaito, Kouta vai parar na Floresta de Helheim, a dimensão daonde vem os Invess e Lock Seeds. Lá, ele acaba encontrando com Takatora, que sem muitas explicações dá uma coça sentida nele, e uma surra pra ser maldoso mesmo, deixando o guri cagado de medo...



É o momento em que Kouta se toca que o que está rolando NÃO É brincadeira, e ele sente que poderia ter morrido, sozinho, sem ninguém saber aonde ele estava, É um dos sinais do fim da infância, reconhecer que a vida pode ter um fim subitamente, e de uma maneira nada heróica...

 


É, bem por aí mesmo. E quanto aos demais Riders? Claro que preciso falar um pouco deles.



Kaito Kumon (Yutaka Kobayashi): Kamen Rider Baron. Líder do Team Baron, rival direto do Team Gaim, é alguém que segue a lei da selva; os fortes vivem e os fracos perecem. Não é lá alguém que se pode dizer que é "do mal", mas segue a filosofia da força. Da mesma forma que Kouta, ele não se nega a ajudar os outros, mas nunca deixa de lado a sua busca por poder. Mas, mesmo nessa busca, ele não é do tipo que se embriaga no que consegue.



Mitsuzane "Micchy" Kureshima (Mahiro Takasugi): Kamen Rider Ryugen. Membro do Team Gaim, e irmão mais novo de Takatora, fato que esconde dos seus amigos da mesma forma que esconde do irmão que faz parte de um time de Beat Riders. Mesmo com essa cara de viadinho, nota-se que ele tem uma queda pela Mai, e tem também uma mente genial por trás desse chassi de pernilongo.



Takatora Kureshima (Yuki Kubota): Kamen Rider Zangetsu. Irmão mais velho de Micchy. Membro do alto escalão da Yggdrasil, e está bem a par das razões de distribuírem Lock Seeds e Sengoku Drivers pela cidade. É um cara austero e com senso de dever.

Há mais alguns Riders que aparecem na série nesta fase, mas que não tem a importância destes quatro, ao menos por enquanto:



Ryouji Hase (Atsushi Shiramata): Kamen Rider Kurokage. Líder do time Raid Wild. Um bucha.

Hideyasu Jounouichi (Ryou Matsuda): Kamen Rider Guridon/Ornac: Líder do time Invitto. Dois buchas.



Oren Pierre Alfonso (Metal Yoshida): Kamen Rider Bravo. O primeiro Kamen Rider gay FOR REAL, não com cara de viado como a maioria dos atores. Um homossexual, bem putão mesmo! Só que em vez de borracharia, ele é um patissier. Só que esse é o tipo Badass Gay; foi treinado na Legião Estrangeira da França, ganhou a cidadania francesa (ou seja, foi a partir desse momento que ele estourou o ventio) e é um soldado tarimbado, dando surras homéricas nos demais Beat Riders.



Mai Takatsukasa (Yumi Shiida): Não, ela não é uma Rider. Mas é uma personagem que tem importância não só por estar ligada a três dos Riders (Kouta, Kaito e Micchy), mas pela misteriosa semelhança com a "Mulher do Princípio"(Hajimari no Onna) que aparece desde o primeiro episódio...



...e cujo fato de ser uma personagem feita pela mesma atriz NÃO é pra ser desconsiderado, como se não fosse óbvio. A garota de branco apareceu pra cada um dos três, com mensagens crípticas que podem (ou não) ter a ver com o que ocorre mais pra frente...


Resumindo até agora: os onze primeiros episódios são mais pra apresentar o status quo inicial. Eu queria me estender mais, mas não tem muito a se dizer sem referenciar coisas futuras. Da mesma forma, o Urobuchi começa a dar nesse arco algumas leves pinceladas do que ele queria fazer no resto da série. A Saga dos Beat Riders realmente é uma "infância", sendo um arco mais leve em relação ao que ocorre nos demais...



Well, SABEMOS MUITO BEM o quanto ele é capaz. E fazer a Toei aprovar um Kamen Rider gay foi a coisa mais fácil que ele fez, nem conto de como ele conseguiu deixar certos eventos mais violentos em Gaim (que passa domingo de manhã) do que em Garo (que rola no slot da madrugada)...

Nem conto agora; conto semana que vem, com o segundo review, da Saga Yggdrasil!



E a OP de Gaim é ainda mais poderosa em performance ao vivo!

DON'T SAY NO! JUST LIVE MORE!!!

quinta-feira, agosto 28, 2014

LOCK ON! Lá Vem os Reviews de Kamen Rider Gaim!


Pois é, eu tinha prometido reviews semanais desta se que provou ser A MELHOR. SÉRIE. EVER. DA FRANQUIA KAMEN RIDER, e não cumpri, certo? Pois é, não tinha como. Mesmo...

Depois de ver os primeiros episódios, e ponderar MUITO tendo em mente o estilo de narrativa único, insano e devasso do Gen Urobuchi, eu decidi começar a falar da série perto do final dela. Agora, com a revelação dos detalhes de Kamen Rider Drive, série que sucederá Gaim, chegou o momento de eu revelar como eu quero abordar os reviews desta última. Esperei muito, mas achei melhor ter paciência desta vez. Podem crer que não foi muito fácil.

Como Gaim foi dividido pelo próprio Urobuchi em cinco sagas/arcos, os reviews serão abordando cada arco isoladamente. A série fechará no episódio 47, e pretendo postar cada um dos cinco reviews um por semana, a partir da semana seguinte do próximo episódio (no momento que posto isso, o 43). Então, o primeiro review sai entre os dias 6 e 7 de setembro, seguindo um a cada fim de semana. Nesse ritmo, o último review provavelmente sairá no fim de semana de estréia de Kamen Rider Drive.

Pra fins de registro (e pra quem quiser acompanhar assistindo entre um review e outro), eis a divisão dos episódios dentro dos arcos:

Saga Beat Riders vs. Invess: episódios 1 a 11
Saga Beat Riders vs.Yggdrasill: episódios 12 a 23
Saga Beat Riders vs. Yggdrasil vs. Overlords: episódios 24 a 32
Saga Armored Riders vs. Overlords: episódios 33 a 41
Saga Final: ??? vs. ???: episódios 42 a 47 (final da série)


Enfim, esses posts já estão quase que já prontos, só que o conteúdo é IMENSO pra cada um, por isso a divisão dessa forma, bem mais prática. Bom pra vocês, bom pra mim, bom pra todo mundo! TALVEZ possa acontecer de um ou outro imprevisto, mas toda semana terá uma postagem dos reviews da série. Nem que seja via internet por sinal de fumaça em escrita cuneiforme!

Claro que posso postar algumas coisas relatadas (ou não, o mais provável) no meio tempo, então seria uma boa ficar de olho (e talvez, até dar uma curtida, quem sabe?) na página oficial do nobumami no Facebook pra saber quando sai coisa nova, não é? :3

segunda-feira, junho 09, 2014

Buon Compleanno, Paperino!


Se vocês bem se lembram, eu já tinha dito antes que o Donald é o meu personagem de quadrinhos favorito EVER! E isso inclui QUALQUER tipo de quadrinho. E hoje ele completa 80 anos. Foi em 9 de junho de 1934 que ele apareceu pela primeira vez no curta "The Little Wise Hen"(A Galinha Sábia). A partir daí o resto é consequência. Vale notar que ele estrelou mais curtas que o próprio Mickey...

...o que pra fins deste post, já basta saber. Eu vou aqui abordar o que me importa, que foram os quadrinhos, em especial os italianos. Foram eles que me fizeram pegar o gosto não só pela leitura, mas me ensinaram a gostar de ver vários tipos de abordagens de um personagem e seu universo.

Que fique BEM claro: não é que eu "não goste" do material de Carl Barks; muito pelo contrário! Ele e Don Rosa definiram todo o universo dos Patos, onde se situa Patópolis e toda a família, amigos e inimigos do nosso chapa Fauntleroy, e muitas das melhores histórias dele estão entre as minhas preferidas. Mas a parte de me ensinar a gostar de como universos podem ganhar novas visões e pontos de vista me foi ensinado mesmo pelo material da Disney Itália.


Uma coisa que difere o Paperino (seu nome na Itália) do Donald dos curta-metragens é ele ser um pouco menos estressado. E um tanto menos loser, por tabela. Mas ele ainda segue sendo o Assessor para Assuntos Aleatórios do Tio Patinhas, e se ferra ocasionalmente. Como é o padrão geral. Só que os italianos inovaram por, ainda respeitando as bases, dar seu próprio toque a esses personagens clássicos, mas SEMPRE mantendo o respeito. Como o Mickey em si é blindado pela Matriz (afinal, o rato pode ser tido como o próprio "Seu Waldisney" em pessoa) e eles não vêem com bons olhos muitas mudanças no status quo dele, os artistas da Terra da Bota tem a chance de ousar mais com os patos.

E querem melhor jeito de inovação que o Superpato?


Na sua concepção original, Elisa Penna, Guido Martina e Giovan Battista Carpi criaram o alter-ego do Donald como um meio do pato buscar a revanche contra quem o pentelhava, como o Tio e o mala do Gastão (daí o título original de "Diabólico Vingador"). Mas com o tempo ele se tornou um super-herói em tempo integral nos moldes do Bátima. Claro que tem o fodástico Paperinik New Advetures com histórias de  aventura e Sci-Fi criativas num nível quase de um Doctor Who, mas disso falamos outro dia...

Além disso, há outra variante heróica do pato. Se é que agentes secretos se qualificam como tal...


O universo de DonaldDuplo (DoubleDuck no original) infere que o pato trabalhou para a misteriosa "Agência" por cerca de três dias, teve a memória apagada e voltou pra sua vida comum. Até que a Agência o procura de novo...aqui temos ele agindo como se fosse um misto de Jason Bourne com 007, e tendo que levar uma vida dupla muito mais complicada de conduzir do que no(s) universo(s) do Superpato, inclusive tendo que achar meios de enrolar a Margarida pra cumprir suas missões...se bem que na minha opinião, a Margarida merece mesmo um par de guampas!

Outra coisa que sempre admirei muito nos quadrinhos italianos sempre foi o traço arrojado, em muito lembrando (e como vi anos depois, superando) o estilo de muitos mangás. Um dos principais responsáveis por isso foi Giorgio Cavazzano, que praticamente definiu esse estilo como a base seguida por muitos artistas de lá. Claro, recentemente apareceram alguns artistas com traços tão exagerados que parecem mais inspirados é no Salvador Dali. Mas o estilo marcado por Cavazzano e outros mestres ainda é o padrão geral por lá. Ainda bem , pois alguns poucos limites DEVEM ser mantidos...

E não se esqueçam de que não são só os italianos que podem caprichar com Donald e turma...


Ainda mais que Kingdom Hearts é uma das poucas coisas que ainda presta na Square Enix. E sabiam que, ao invés do Sora, o pato que era pra ser o protagonista? A Matriz não deixou e aí o japa dos zíppers criou o guri da Keyblade... 


Enfim, é um post basicamente pra esboçar de leve o quanto esse pato bolado teve influência na minha infância. Eu aprendi a ler antes mesmo do jardim de infância, e provavelmente a minha cartilha foi meia dúzia de gibis dele. Ele é um marco importante na minha criação, e que me ensinou que mesmo que passemos a vida nos ferrando, sempre tem algo bom nos aguardando e temos quem nos ame, seja lá quem nós formos. (E que também podemos ser muito mais foda agindo secretamente! :3)

Por isso, parabéns, Donald! E que o bolo desta vez não acabe sendo jogado na sua cara! QUAC!

Algumas coisinhas extras:

Cinco Coisas Incríveis Criadas pelo Donald (Cracked)

Todos os Games Estrelados pelo Donald (Hardcore Gaming 101) 

Der Fuehrer's Face (sim, o desenho banido!)

sexta-feira, janeiro 17, 2014

Trinta e Seis Verões...



Well...eu deveria postar agora, mas estou atrasado pra ir na pizzaria com os chapas mais chegados, e a filosofada que quero compartilhar é meio longa, então eu posto na volta, OK? Quem sabe chego a mais algumas conclusões quando voltar, eh?

PS: Cake already secured! :3